"...A lagarta Grito-de-Dor. Pacifica em sua inevitavel luta, luta, e luta faminta e pacificamente devorach, faminta de caule, e de caule em caule devorach. Num sobe e desce, de delirantes sortilegios noturnos, suavimente grudada, deixa por sua passagem o rastro viscoso da renovação, (dizem que as sinistras, frondosas e seculares Arvores do Pantano gemem no vortex de sua passagem arrastada), sabe-se porem que mais adiante..., resguardada nela mesma a Grito-de-Dor, em pura intimidade metaformose ocultará o que sempre pensou em ser, sem o se-lo... porem estando. O ser que sempre se arrastou, angustiosamente para olhos atentos, hora sob verdejantes natureza, hora sobre terra arida e inospita, esperta como um fino espinho, simbiotica e imovel quase, parada camuflada mimetiza-se, é sabia ao vento, pendant, livre como o nada absoluto, livre de bicos nervosos, guarras surpresa e patas compridas e por muitas vezes longuilineas. A-Grito-de-Dor, como e conhecido no pantano, ignorancia não teme, ja fez ecos lindos em noites sem luar, livre, liberta desatentos, pacifica suporta-se. E agora, ja neste instante, consigo claustofobicamente enclausurada nela mesma, nela propria, em si contida entropica, observa monotonamente, o digerir..., digeri envolto em fios. a Grito-de-Dor, Perpetua-se em seda que ja sem, e sem o natural e obvio apego do nobre fio, avoa avoa e avoa livre e leve neste impensavel momento de lagarta, sozinha ou em bando agilmente segue desviando-se instintivamente do brilho furta-cor das invisiveis e estrategicamente bem traçadas teias. A Grito-de-Dor, agora pelo pantano avoa...
"Um dia... Le Rino"
...Uma visita dum morador no pantano, olhando, e olhando fareja e logo à min, veja bem, (heheheh como se visse além da ponta do chifre, diriam alguns incautos de boca grande, lingua solta, de curtas e breves passadas que devido a este ousado erro não, se encontrammmm mais entre nos, relembro, sorry), Rino.., melhor Le Rino d'aqui entendo perfeitamente, o silencio no seu ruminar cadenciado, a perfeita ideia do espaço que ocupa, e a certeza que em todo seu em torno guardam distancia previa e segura. Sendo tão grandiosa e sabia a natureza, que faz com que certas criaturas - como nos - atravessem seculos em perfeito aprimoramento, merecem o devido respeito, distancia e pouco perfumé. Então por gentileza, ate peço limiti-se a não rossar tais grossos e delicados labios digo, por esta relva orvalhada que ainda guarda um pouco do perfido e viscoso veneno do danoso e mortal sapo Amarelo RubroVermelhoCarmin, que fica scarlate como o intenço brilho do Rubi Sangue, em dias de sol, por que se diz libertador e balsamico, e que tambem não se encontra mais aqui. Porém, contudo, embora e todavia, grande amigo, ja vi derrubar, criaturas nem tão grandes, e poderosas, nem tão incautas, nem tão nobres, e sendo rapido no salto não me escondio sob o debil cadaver que ainda cambaleante vi descer. por pura ingratidão.
"Um dia..."
Ousei pensar...
"le chick"
Com este olhar, de quem nada quer absolutamente nada, reflito à luz de seus olhos, ouço e percebo,... que "Um dia..., moscasssss nem me darei ao trabalho". "Um dia... lago, sei que..., inevitavelmente transbordara nas alta, caudalosas e interminaveis chuvas, secará no calor intenço, deste imenso sol que teima em orbitar cada vez mais proximo, e entre uma atmosfera e outra, a lama, a cama o refastelo". "Um dia belo pantano tenebroso que me guarda, sem conflitos, ao som dos absolutos, escurecerá e nele inverno", "Um Dia ..., um belissimo e apoteotico dia... um beijo, puft..., uma nevoa, puftpuft... um principe, hehehhe puft..., um cavalo, um dragão, uma festa no céu, com os crocodillos bocões.
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