quarta-feira, 12 de março de 2008

Um Dia...

"CORAÇÃO FATIADO"
ou
our a'ldente

Rende uma porção ou mais...

Ingredientes: Ervas finas e Exotic, Raiz d´Carinho, Folhas de Nunca Mais e
1 our Maduro.
Puro, amado e doce,
ou
se preferir.
Amargo e com rancor
(alguns preferem os mais moles)
preferências à parte.
" pronto `a mesa os cicatrizados tem excelente gosto, e péssima aparência
(dizem os mais exigentes)
recomenda-se decorar com Raiz d´Carinho* e Folhas de Nunca Mais*."
recomendações à parte.
Ervas Finas e Exotic*
( encontrada somente no interior do pântano)
Sal d´Pântano* e Pimentas d´Augutas*
( encontrada somente no interior do pântano)
Raiz d´Carinho*
( encontrada somente no interior do pântano)
Folhas de Nunca Mais*
( encontrada somente no interior do pântano)
Modo del'Preparo:
em uma Gamela de Pedra
Deite por 12/2 hs o Maduro our em Ervas Finas e Exotic*
( para retirar toda impureza d´amor rejeitado, doçuramarga, odio e/ou rancor)
em outra Gamela de Pedra
com agua ferventi acrescente
Sal d´Pântano e a Pimenta d´Augustas
a gosto preferencial
deixe somente
o tempo do Cour
descer e subir,
(dduas batidas)
pronto
retire-o logo em seguida
Sem espeta-lo.
Com uma afiada lamina de madeira
Fatia-o.
Sirva-o
decorado com
Raiz d´Carinho
e
Folhas d´Nunca Mais
ou não.
Preferencial:
Tanto o Sal quanto a Pimentas d´Algustas.
devem ser utilizados de forma correta
(ver em utilização correta d´Especiarias e Temperos, do Livro de Receitas)
Recomendação:
Raiz d´Carinho - deve ser colocado com cuidado
(ver em utilização correta de Raízes do Pântano do livro de Receitas)
Folhas d´Nunca Mais
(idem,idem)
OBS: Os cicatrizados precisam de mais tempo ao sol e consequentemente ao fogo.
"PARA ACOMPANHAR VER O LIVRO DE (bebidas) RECEITAS;
POÇÕES, BALSSAMOS, TOXINAS E ENVENENAMENTOS. "

sábado, 8 de março de 2008

Um dia...

"Le chick"
O sapo

Um dia...

O tempo das coisas...,

no tempos das coisas que e completamente diferente do seu tempo, acontecem certas e inusitadas coisas,

perceber isso

e estar de acordo com um certo movimento...



Bon jour, mon cherry...

Adoravel caminhada, lindas fotos e dia perfeito, agradeço a Deus porisso, Suite, saiba que sempre aprendi, com o silencio, com o olhar ecom as pessoas caras que encontramos e temos a oportunidade deconhecer, e claro que o Céu e a Terra passarão, e neste interimfica-se sabendo que absolutamente nada se sabe. Porém tudo pode mudar.Pois como todo o universo se movimenta, mesmo parecendo-nos estáticopor vezes...como alguns, sem comparação.Contudo como acredito e por acreditar percebo o quanto infelizmente -ate digo - vc esta certo em seus por vezes sinceros demaisssss,sibilo, (vis) comentários a respeito de como a vida se manifesta aoseu redor. Sempre, e sutilmente procurei entender, embora da magnitudeeu não tinha a real ideia. Fazendo aqui um breve paralelo - Como ummeteoro que em rota de colisão atinge a atmosfera da terra, e cai nomar profundo e distante, e a milhares de milhas dali na costa alguém,prima pelo ultimo sorriso e sorrindo glub glub glub, bebi agua salgada-.Entendo sim, alias sempre entendi e respeitei vc Nobre Pessoa, quedesde da infância heheheheh cresce a cada dia e ensina, cura, ajuda,fornece, esclarece, cuida, torna a vida mais agradável não somente pravc, como pra nem todos, não se vitimisa, e com certeza não age deforma negligente para com vc e nem para com os outros, esperta ematreira, segue como uma índia na mata, e quando vê aquele arbusto deurtiga, de pronto avisa: E urtiga. Vc Caro, não silencia ao medo e nemteme, na escuridão o inusitado e por vezes ridículo buuuuuu, quecriaturas nem tão belas e nem tão assustadoras insistem em semanifestar, com seus gruuuuus por pura vaidade. Embora.Eu sozinho em legião sigo com e em harmonia, ouvindo a musica dasbatalhas silenciosas, das passadas pesadas que marcam a Pedra, e nodeserto afundam ate o pescoço, com suas culpas. Sigo em harmonia pelo
vale das sombras, láráríí, e pelo débil murmúrio dos rejeitados,láráláá, ao vento Eu em coro entoamos Legião, ovacionando em mantra osacumulus cinzas-branco-gelo, lembrando das gigantescas nuvens que aospoucos e quase sufocante, inevitavelmente cobri terna e gelida toda amontanha em segundos, ao sabor da brisa marinha para logo irem emdesvanescencia para o nada além e aquém, e a vida naquilo, fica noregistro, do sorriso inocente e infantil que na distancia guardamos àslembranças.

José Ricardo Barbosa dos Santos

sexta-feira, 7 de março de 2008

Um dia...

...Para Bia


Um Dia... Cinderela!





Não choreeee querida...!


Sou sua Fada Madrinha!




...Bem vous digo, verifica-se, no Renascimento, meu caro as importantes mudança nas atitudes que vinham desde a Idade Media, em relação a varias artes.
Nasce hoje Bia Ferreira, metafora Contemporânea, como a síntese complexa e semiótica da práxis, com a imaginação da atividade formadora com a inteligência. Se analisamos e focando a Bia como uma pintura, e citando Platão, que ironicamente dizia que:" A (BIA), pintura representa os mais diferentes seres - a terra, o céu, os animais e os deuses - não era, ou seria diferente dos espelhos para refletir tudo o que se põe diante deles. Bia respira. Embasbacada e ate sorri. Nota-se apenas pelas covinhas. Se a movimentarmos em todas as direções, veremos, de pronto, refletirem em sua polida superfície as imagens das coisa, e só as puras imagens, que não possuem verdadeiras existência.
Bia se movimenta e refletida sim em todas(os), verdadeiramente. Relembro-vos. Esse poder de criar aparências e assumido realisticamente pelo Renascimento, no que se refere a função pintura.
Da Vinci que a conheceu muito bem afirmava que, a BIA era universal,como a pintura dele, amor atemporal, muito mais marginal, do que hoje e solitária, tadinha as vezes vagaba em devaneios, considerava somente aquilo que vê e ponderava, escolhe, escolhia as partes mais perfeitas e pérfida das coisas e mordisca, a (BIA). Uma, e como pintura reflete-vos em todas as cores que colocamos diante dela, e com isso converte-se numa segunda própria e única primitiva na essência de sua antropofágica natureza. Bia odeia masssa, e adora carnesss, e tão pouco perdi sapatinhos de cristal em escadarias
JR




sábado, 1 de março de 2008

Ruína Azul
Esta é uma das primeiras imagens que, interessantemente, eu via no passar de um cômodo para o outro no apartamento, que em fins de semana no centro de Niterói, aberto, "nos" recebia.
Por vezes acontecia D’eu encontrar ainda na cozinha, fechando os inusitados,
saborosos e miraculosos *tupirebas da Madá, as vasilhas, vasilhames, vasilhinhas que, como um cântico ressoavam pela cozinha no abrir e fechar de suas tampas herméticas, plic-ploc, e a cada momento ela me revelava alguma coisa mais diferente, que uma a uma, outro, e outra mas saborosa que a outra, outra, outra doce, outra salgado, curioso, e de repente eram muitas, de repente eram todas, de repente como um silencioso gato, que na cozinha desde o começo me olhava silenciosamente, enigmaticamente, esfíngico, inteligente e eu por segundos eternos me perdia sim, naquele olhar felínico que me interrogava, e com a língua de fora ainda, eu conseguia ouvi-lo dizendo: vc ouviu tudo?vc ainda ta ouvindo? Dai assustadamente retornava eu de um mundo felino e percebia..., o ar gelado da cozinha, a geladeira esteve aberta, já... Agora e neste instante, com a porta da geladeira fechada, com um som abafado no colo, desaparecia. E nos meus ouvidos o som do ronco do motor da Brasília que Jorge dirigia dizia: já fomos!!! E pela janela do quarto, ornado pela cortina de rendas, via, as vezes sozinho, as vezes com uma breve companhia, o olhar seguir e dobrar a esquina, e no fluxo de um centro urbano a fumaça subia do cano de descarga com barulhos, que logo silenciavam.
E nesta trajetória noturna de verões-outonais e invernos-primaveris dos - fins-de-semana, da cozinha pro quarto, pro banheiro pra sala... O desenho me puxava o olhar, porem acrescento: e antes de sair eu ouvia: juízo crianças! E via no olhar... O carinho. Durante muito tempo isso nos acompanhou, e a porta cinza da cozinha do enorme apartamento, lacrava-nos... E para o acampamento sagrado dos fins de semana, longuíssimos, seguia a mãe e o Jorge, o gato, as coisas que nem sei... O carinho ficava! Com sabores e cheiros na geladeira, sim!!! Ela dizia na memória ressonante, e com o olhar felino: aqui tem arroz a lá grega!( para um exercito- pensava eu...) aqui tem saladas, eu pensava (minha nossa!) aqui tem a carne boba, meu Deus! Eu via num colorido... Eram filetes de carne crua temperados. Não!! Temperadíssimos, com ervas, levemente agridoce, e que derretia na boca m a r a v i l h o s a m e n t e, e derretia na boca mesmo.
Bem, isso em instantes de tempo entre eu chegar e saírem, nunca fui de falar muito, serio! Se bem me lembro, aquele movimento me detinha atenção. Dai a noite vinha com suas novidades, vinhos, drinques, conversas, idas, risos, voltas, gente permanente, gente avulsa, jogos de carta, jogos inteligentes, e alguns nem tanto, e que com toda a leitura, idéias, culinária, eu via, percebia, quase despercebidamente, aos poucos... e inocentemente o quadro que na parede se detinha, me atraia como o inseto que ignorantemente pra luz quente e mortal segue atraído, eu, na luz de ignorância tentava na penumbra, ver o lúdico que se revelava aos poucos em caneta bic, descoberta a partir da pergunta ... E acrescentava, fiz antes da prova, sério? eu olhava via e crescia em noites de lual no banheiro que a luz de velas trazia aos meus olhos posto no corredor o desenho.